Foto: Ilustrativa

A Prefeitura de Senhor do Bonfim firmou contrato no valor global de R$ 1.065.000,00 (um milhão e sessenta e cinco mil reais) para a execução de serviços no lixão municipal e na manutenção e recuperação de estradas vicinais do município.
O contrato foi assinado no dia 7 de novembro de 2025, tendo como representantes Dudu, pelo consórcio contratado, e Laércio Júnior, representando a Prefeitura de Senhor do Bonfim. A vigência inicial é de um ano, com possibilidade de prorrogação, conforme previsto no instrumento contratual.
De acordo com o contrato, o valor de R$ 540.000,00 refere-se exclusivamente à locação das três caçambas, com custo mensal de R$ 45.000,00, totalizando o montante ao longo de 12 meses.
Já a locação da escavadeira representa um custo anual de R$ 525.000,00, com valor de R$ 250,00 por hora, sendo contratadas 2.100 horas de utilização ao longo do período de vigência.
Os equipamentos serão utilizados tanto no espalhamento e recobrimento de resíduos no depósito de lixo municipal, quanto na realização de serviços de manutenção e recuperação de estradas vicinais do município.
Outro ponto previsto no contrato é que o município ficará responsável pelo pagamento do combustível utilizado pelos veículos e equipamentos, enquanto a manutenção das máquinas e os motoristas serão de responsabilidade da empresa contratada.
O contrato também estabelece que o prazo de vigência poderá ser automaticamente prorrogado, independentemente da celebração de termo aditivo, caso o objeto não seja concluído no período inicialmente fixado, ressalvadas as providências legais em caso de culpa da contratada.
Diante do volume de recursos empregados, a contratação levanta questionamentos sobre a política de investimentos do município. Não seria mais vantajoso para a Prefeitura investir na aquisição de máquinas pesadas próprias, como caçambas e escavadeiras, em vez de manter contratos de locação de alto custo?
O contrato permanece vigente e pode ser prorrogado, o que pode representar impacto financeiro continuado aos cofres públicos.
Por Ivan Silva











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