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Homem que ateou fogo e matou índio em Brasília ganha cargo na Polícia Rodoviária Federal

Foto: Reprodução/RedesSociais

Um dos condenados pela morte do índio Galdino Jesus dos Santos foi promovido pelo governo federal e assumiu um cargo comissionado na Polícia Rodoviária Federal (PRF), onde é servidor concursado.

Gutemberg Nader de Almeida Júnior é um dos cinco jovens que queimaram vivo o indígena pataxó em Brasília, em abril de 1997.

De acordo com o Estadão, Júnior foi nomeado em janeiro de 2020 para o cargo de chefia da Divisão de Testes, Qualidade e Implantação da PRF. A informação consta no Diário Oficial da União e ao longo de 11 meses, o agente recebeu gratificação no valor de R$ 2.064,00.

Índio Galdino foi assassinado enquanto dormia em um ponto de ônibus na capital federal. Os cinco jovens de classe média condenados pelo crime disseram que queriam “dar um susto” e fazer uma “brincadeira”.

Antes de ser aprovado na PRF, Júnior chegou a passar em um concurso da Polícia Civil do Distrito Federal, mas foi impedido de tomar posse na etapa de sindicância de vida pregressa e investigação social do concurso.

Após o crime, Júnior cumpriu medida socioeducativa de liberdade assistida, pois era menor de idade na época.

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