Regional

Servidora pública é investigada na Bahia por suspeita de usar créditos de vale- alimentação

Nesta quinta-feira (12), a polícia cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa de uma servidora pública, suspeita de usar os créditos de vale-alimentação destinado aos alunos de uma escola estadual, no município de Senhor do Bonfim, no norte da Bahia.

O vale-alimentação estudantil é um auxílio de R$ 55, pago pelo Governo da Bahia, voltado aos estudantes matriculados nas escolas estaduais e deve ser usado exclusivamente para a compra de alimentos.

De acordo com a Polícia Civil, não há detalhes sobre quando a mulher começou a usar os cartões nem quantos foram utilizados. Conforme o coordenador da 19ª Coorpin/Bonfim, delegado Felipe Neri Neto, ela aproveitava o acesso que tinha à secretaria escolar e violava os envelopes nos quais estavam guardados os cartões do programa.

Em seguida, os utilizava em compras nos diversos supermercados da cidade e colocava os cartões de volta nos envelopes de forma grosseira, com o intuito de ocultar o crime.

Os pais do estudantes, quando iam conferir os valores nos supermercados, viam que o cartão estava sem o auxílio. Devido à reclamação dos pais, a diretoria da unidade de ensino afetada pela situação, que não teve o nome revelada, acionou a Polícia Civil, que deflagrou as investigações.

A polícia informou que imagens de câmeras de estabelecimentos comerciais, que captaram a mulher realizando as compras, também contribuíram com as apurações. Felipe Neri detalhou que, em um dos estabelecimentos, o valor da compra excedeu e a mulher teria completado o pagamento com um cartão de banco pertencente a ela. Esta ação teria ajudado a polícia ligar a suspeita ao uso indevido dos cartões dos estudantes.

Na ação policial desta quinta, foram apreendidos cartões e documentos que devem contribuir com o procedimento instaurado para apurar as supostas fraudes. Ainda segundo a polícia, a investigada pode responder pelo crime de peculato, na modalidade furto, por utilizar a condição de servidora pública para cometer os delitos.

Com o material apreendido, o inquérito deve ser concluído e encaminhado à Justiça.

* Com informações do Portal G1.

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