Regional

Prefeito de Filadélfia e deputado Elmar se reúnem com superintendência do BB em Salvador

O prefeito, Louro Maia, reuniu-se nesta quinta-feira (22), com o superintendente estadual do Banco do Brasil, Eduardo Lima, para tratar sobre a situação da instituição financeira no município de Filadélfia, a reunião foi agendada e acompanhada pelo deputado federal, Elmar Nascimento.

Na oportunidade, Louro defendeu a permanência do Banco do Brasil na cidade. “É um banco que está em nosso município há mais de trinta anos, o fechamento causará um impacto negativo para toda população, para a farmácia, para os mercados, para o comércio de forma geral, agricultura familiar, sobretudo, para os beneficiários de programas sociais e aposentados que precisarão se deslocar para outros municípios com o intuito de realizarem suas operações, transações e saques, inclusive correndo riscos, se sujeitando a roubos e outros crimes”, frisou o gestor.

De acordo com o superintendente, a decisão de desativar Agências ou Postos de Atendimentos, não é Estadual, mas sim da presidência do Banco, que avaliou suas unidades de negócios em todo país, em relação ao desempenho financeiro de cada ponto, o potencial de negócios, a proximidade com outros pontos do BB, segurança e as características dos imóveis. O resultado do estudo levou ao encerramento de pontos, mudanças de tipologia e relocalizações de agências ou postos de atendimentos e Filadélfia, assim como outras cidades passarão a contar com a transição para lojas “+ BB” que oferecem praticamente todos os serviços, mas não dispõem de caixas eletrônicos, saques só poderão ser realizados na “boca do caixa”.

“Foi um reunião produtiva, agradeço ao deputado Elmar Nascimento por toda articulação e empenho, já pedi também que ele interceda e defenda a permanência do nosso Posto de Atendimento, diretamente na presidência do Banco, em Brasília, a fim de sensibilizar a instituição, pois a presença do Banco do Brasil em Filadélfia é fundamental para economia local, para os projetos de investimento que são implantados, para a demanda dos comerciantes e a da população de forma presencial; tendo em vista que boa parte dos nossos moradores vivem na zona rural e alguns não possuem acesso ou familiaridade com os meios digitais”, disse Louro Maia.

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