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Em jogo marcado por apagão de refletores, Juazeirense vence Sport por 3×2.

Em campo, enquanto teve o jogo, o Sport acumulou mais um vexame na Copa do Brasil na noite desta quarta-feira. Fora dele, o Leão buscará a vaga no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).  Em encontro marcado pelo problema de iluminação no Adauto Moraes, o Rubro-negro perdeu por 3×2 e deu adeus – pelo menos de forma momentânea – ao mata-mata nacional. Isso porque, após um dos refletores apresentar instabilidade, o árbitro Ramon Abatti Abel deixou o jogo paralisado cerca de 25 minutos em uma primeira oportunidade. Após retomado, o duelo teve que parar um minuto depois e voltou a ficar suspenso por mais de uma hora. Ao tentar retornar novamente, o clube pernambucano se recusou a disputar os cinco minutos finais, alegando o problema na energia elétrica. Mesma justificativa utilizada pelos baianos inicialmente. 

Segundo o regulamento da Copa do Brasil, “se o Clube que deu causa à suspensão da partida estava vencendo ou a partida estava empatada, tal Clube será declarado perdedor pelo escore de 3 a 0 (três a zero)”. O Sport se apega a este item do Art.20 para buscar a classificação à fase seguinte. Além do problema com a iluminação, o sistema de irrigação do Adauto Moraes foi ligado em algumas oportunidades, após a Juazeirense virar o encontro.

“Estamos incrédulos com tudo que está acontecendo. A partir do momento que a Juazeirense virou o jogo, começou água no campo, depois jogador teve choque no alto, a ambulância entrou de forma completamente louca. Depois começou apaga apaga de luz. Isso não é futebol. É uma apelação. Como pode a Juazeirense usar isso para ganhar jogo. Isso é absurdo. Futebol não precisa disso. Ficamos estarrecidos como isso está acontecendo”, desabafou o diretor de futebol rubro-negro, Augusto Caldas.

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