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Pela segunda vez, PF conclui que Adélio agiu sozinho e sem mandantes na facada em Bolsonaro

Adelio Bispo de Oliveira (Foto: Reprodução)

Adelio Bispo de Oliveira (Foto: Reprodução)

“Até aqui, a investigação, marcada ininterruptamente pelo rigor técnico, demonstrou que Adélio Bispo de Oliveira atuou sozinho, por iniciativa própria”, diz o inquérito da PF

Pela segunda vez, diante da insistência de Jair Bolsonaro em buscar um mandante para o atentado, a Polícia Federal concluiu que Adélio Bispo de Oliveira agiu sozinho na facada desferida contra o então candidato à presidente na campanha eleitoral de 2018 em Juiz de Fora, Minas Gerais.

“Ainda que a maioria das pessoas acreditem na existência de suporte logístico ao perpetrador do ato delitivo ou no envolvimento de grupos criminosos especializados, até o presente momento nada de concreto pode ser concluído a partir desta hipótese criminal […]. Até aqui, a investigação, marcada ininterruptamente pelo rigor técnico, demonstrou que Adélio Bispo de Oliveira atuou sozinho, por iniciativa própria, tendo sido responsável pelo planejamento da ação criminosa e por sua execução, não contando, a qualquer tempo, com o apoio de terceiros”, diz o inquérito da PF.

O primeiro inquérito sobre o caso tinha sido concluído em setembro de 2018, mesmo mês e ano que o crime ocorreu. A investigação inicial já havia considerado que Adélio Bispo agiu sozinho no momento do ataque.

Segundo inquérito
De acordo com o Portal G1, o segundo inquérito investigou todo o material apreendido com Adélio Bispo, como um computador portátil, aparelhos celulares e documentos. Foram analisados 2 terabytes de arquivos de imagens, 350 horas de vídeo, 600 documentos e 700 gigabytes de volume de dados de mídia, além de 1200 fotos.

Ao todo, 23 laudos periciais foram elaborados, 102 pessoas entrevistadas em campo e 89 testemunhas ouvidas no inquérito. Também foram realizadas diligências de busca e apreensão, quebras de sigilos fiscais, bancários e telefônicos.

O inquérito investigou todo o material apreendido com Adélio Bispo, como um computador portátil, aparelhos celulares e documentos. Foram analisados 2 terabytes de arquivos de imagens, 350 horas de vídeo, 600 documentos e 700 gigabytes de volume de dados de mídia, além de 1200 fotos.

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