prefeitura 02 04
Regional

MP recomenda que o Espaço Gonzagão adapte sua estrutura para a festa em Senhor do Bonfim


Após fiscalização em parceria com o Corpo de Bombeiros, realizada hoje, dia 20, no Espaço Gonzagão, onde acontecerá a festa de São João do Município de Senhor do Bonfim, o Ministério Público estadual, por meio dos promotores de Justiça Daniele Cochrane Dantas Cordeiro, Joseane Mendes Nunes e Rodolfo Ribeiro de la Fuente, recomendou que a Líder Park Empreendimentos e Diversões, responsável pelo espaço, inicie as atividades juninas somente após regularizar a situação dos extintores de incêndio e dos brinquedos do parque. “O parque só poderá funcionar com o número de extintores previsto no projeto, todos devidamente regularizados, bem como apenas com os brinquedos que constam no documento apresentado inicialmente aos Bombeiros”, afirmou Daniele Cochrane.


Na fiscalização, da qual também participou o promotor de Justiça Rui Sanches Gomes Júnior, foram localizados quatro extintores de incêndio sem selo de comprovação de recarga válido, bem como identificados 13 brinquedos no parque de diversões que não constam do projeto apresentado ao Corpo de Bombeiros. Também foi fiscalizado o espaço onde acontecerão os shows, que tem capacidade estimada pelos coordenadores do evento para receber cerca de 30 mil pessoas. De acordo com o Corpo de Bombeiros, toda a documentação exigida está regular, conforme atestado pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea). “Isso garante que a parte elétrica não oferece riscos de incêndio”, afirmou o chefe da Seção de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros, subtenente Ribeiro. De acordo com o promotor de Justiça Rui Sanches Gomes Júnior, a equipe do MP retornará ao Espaço Gonzagão para verificar o cumprimento da recomendação e efetuar novas vistorias. “Vamos continuar analisando os demais aspectos de segurança da estrutura para verificar se eles estão de acordo com as normas técnicas”, afirmou, acrescentado que essas fiscalizações asseguram que a despesa pública seja aplicada corretamente. “A fiscalização visa também garantir que os contratados ofereçam ao Município tudo o que foi previsto no termo de referência”, concluiu.  

Fonte: MP/Ba

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