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BONFIM: Ao falar sobre a guerra de espadas, professora afirma que não teve intenção de afrontar ninguém

BONFIM: Ao falar sobre a guerra de espadas, professora afirma que não teve intenção de afrontar ninguém

Nesta segunda feira (18), a guerra de espadas foi o assunto mais comentado nas redes sociais, isso porque, foi publicado no Facebook do advogado, Sergio Reis, e está sendo compartilhado em grupo de whatsapp nota que relata possível episodio que teria acontecido na ultima sexta feira (16) em um Colégio Particular de Senhor do Bonfim.  

Confira a Nota  

“Acabei de saber que o Ministério Público em Senhor do Bonfim dirigiu-se ao Colégio das Sacramentinas e solicitou que suspendessem as aulas sobre tradições regionais, qualquer citação a respeito de “espadas juninas”. 

Dias após chegaram novamente naquela instituição de ensino com uma liminar judicial determinando que fosse retirado do Curriculum escolar o que versasse sobre “espadas”.

Nem nos anos de chumbo durante o Governo Militar vi algo parecido! Está instalada a ditadura do Judiciário, que a cada dia envolve-se em questões que não são do seu jaez.

Deus, ó Deus, onde estás que não respondes!!!” diz a nota (Fonte Facebook).

Em contato com a professora, a mesma relatou para a equipe do site ivansilvanoticia que não teve nenhuma intenção de ofender, ou afrontar quem quer que seja “eu estava falando sobre o São João, falei sobre a culinária, e depois pedir a meu Jesus que não deixasse acabar a nossa tradicional guerra de espadas, só que a frase saiu no momento, a promotora estava na festinha e eu acho que ele imaginou que eu estava incentivando soltar espada, e logo depois foi conversar com a direção e a escola teve que assinar um termo” relatou a professora.

Ainda surgiram comentários que o delegado Felipe Nery também teria ido ao Colégio, nossa equipe manteve contato com o Coordenador da Policia Civil, Felipe Nery, e ele desmentiu os boatos da sua ida ao colégio ” eu não estava lá, e nem fui. Jamais ninguém pode ser preso sem o devido processo legal, e eu não acredito na prisão de ninguém simplesmente porque esteja falando de espada. Veja só, maconha é tráfico de drogas, não é? E não tem a caminhada da maconha? E o Supremo já entendeu que isso não é apologia ao crime, então porque falar de espada vai ser apologia ao crime?” Questionou e explicou o delgado. 

Nossa equipe esteve na sede do Ministério Público, e a Promotora Ítala Suzana nos recebeu em seu gabinete, afirmando que uma nota seria enviada para a imprensa ” já tomamos conhecimento dos comentários e uma nota será encaminhada para a imprensa” disse a promotora.    

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