JAGUARARI: Ex-prefeito Alberto Sá apresentou a Câmara denúncia contra empresa contratada pelo município.

Será lida, na sessão desta quinta-feira (30), no plenário da Câmara Municipal de Jaguarari, denúncia recebida pelo presidente da Câmara, Márcio Gomes (PSDB), que foi protocolada na última sexta-feira (24), onde pede que a casa apure possíveis irregularidades na gestão do Prefeito Everton Rocha (PSDB).

 A denúncia foi protocolada pelo ex- vice prefeito de Jaguarari, Alberto Nunes de Sá, no documento o mesmo alega que o prefeito Everton Rocha, teria cometido infração político-administrativo, quando contratou uma empresa para contratação de transportes, e essa, por sua vez, teria contratado os serviços de um veículo Doblò que nunca teria rodado, e depois o proprietário do veiculo teria substituído o Doblò por um Montana.

 Ainda em seu relato, o ex-vice prefeito Alberto Nunes de Sá, que também já foi prefeito do município, alega que não tinha mais detalhes sobre a denúncia, pois a documentação completa se encontra na prefeitura.  Alberto Sá foi prefeito de Jaguarari no período de 13/06 a 28/09/2008, quando a câmara cassou o prefeito Edson Luiz de Almeida e Alberto Sá terminou assumindo o município por alguns meses.

 Recentemente o Tribunal de Contas do Município, determinou que Alberto José Nunes de Sá devolvesse aos cofres municipais nada menos que R$2.079.841,34, (Dois milhões e setenta e nove mil, oitocentos e quarenta e um reais e trinta e quatro centavos), com recursos pessoais, em razão da não comprovação de despesas realizadas no exercício de 2008.

 As sessões da Câmara que antes eram realizadas a noite, após mudança do Regimento Interno passará a partir desta quinta-feira (30), a serem realizadas às 14h.

 Como o prefeito hoje tem o apoio de apenas de um, dos três vereadores, a denúncia deverá ser aceita, após a leitura o presidente da Câmara Municipal deverá consultar ao plenário sobre o seu recebimento através de votação. Tendo isso decidido, através da concordância dos vereadores presentes, será constituída uma comissão processante, com três vereadores sorteados, os quais deverão eleger seu presidente e relator.

 Recebendo a denúncia, o presidente da comissão iniciaria os trabalhos, dentro de cinco dias, notificando o denunciado, com a remessa de cópia da denúncia e documentos que a instrui para que no prazo de dez dias possa se manifestar.

Da redação do site ivansilvanoticia

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