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Humberto Santiago comenta!

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O dia da marmota é um filme americano que mostra a repetição de um mesmo dia para uma pessoa, como se um fetiche houvesse acontecido. O protagonista acorda sempre a mesma hora, dia a dia, e os acontecimentos se repetem cotidianamente. O ontem e o hoje são iguais ao amanhã!
Pois bem, Donald J. Trump foi eleito Presidente do Estados Unidos e parece que houve um terremoto de grande potência, os jornais americanos sentem-se ofendidos, as pesquisas foram todas contrárias, o mundo todo está boquiaberto. Como poderia isto acontecer nos EUA, pais de uma grande democracia onde as instituições funcionam sob metria divina? O mundo, como um todo, está apático, países retocam os seus discursos pré-concebidos, agora dando parabéns a Donald Trump.
Mas, o que terá modificado se antes era a Hillary a futura presidente dos EUA? Bem, as pesquisas estavam todas a seu favor, o mundo esperava uma continuidade do modus operandi de governar dos americanos. Algo deu errado, o que será que aconteceu?
Aqui no Brasil vemos a FATALIDADE anunciada pelos principais jornais e revistas, algo de “ruim” aconteceu para a nossa terra brasilis. Os comentaristas estão em polvorosa, a confusão de afirmações e desafirmações submetem-se aos princípios mínimos de detecção de síndromes psiquiatras, o que será que vai acontecer com o Brasil?
No que tange a nossa terrinha brasilis, temos que nada sobrenatural vai acontecer ainda que economistas vomitem o fogo do inferno, nas suas traduções de perspectivas econômicas. As variações de metodologia e leitura de gráficos prenunciam que todos precisam tomar ansiolíticos. O mundo não acabará com a eleição de Donald J. Trump, tão pouco o Brasil piorará o seu quadro já bastante degradado.
Ainda que Carlos Brasileiro tenha perdido a eleição de 2012, Senhor do Bonfim não acabou embora possa-se dizer que fora, intelectualmente desestabilizada na gestão do seu orçamento, no farto assombramento da falta de serviços sociais.
A bem da verdade, podemos ainda conceber que a crise que acometeu o Brasil desde 2014, talvez fosse vivida de forma igualitária, fosse o gestor Correia ou Carlos Brasileiro. As dificuldades orçamentárias seriam as mesmas, talvez o intelecto administrativo pudesse alcançar resultados distintos.
Sai Obama e entra Trump, sai Correia e entra Brasileiro, somente o futuro nos dirá se O DIA DA MARMOTA terá continuidade!
Por : Humberto Santiago

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