Regional

Sem as ruas, só resta o Supremo

PRB

O mesmo PRB que deu seus 22 votos na Câmara para o afastamento da presidente Dilma agora se engasga com o voto de uma única parlamentar.

Os dois candidatos do partido a prefeito, no Rio e em São Paulo, respectivamente Marcelo Crivella e Celso Russomano, não querem a legenda com o pesado fardo da absolvição de Eduardo Cunha.

Ocorre que o presidente nacional, Marcos Pereira, é ministro do governo Michel Temer, que é amigo de Cunha, principal articulador do impeachment, e o presidente não depende de popularidade para continuar à frente da, vá lá, república.

“Como um gato”, diria o apresentador de TV, Cunha defende todos os chutes desferidos contra sua meta. E demonstra estar “bem preparado física, técnica e psicologicamente” para, quem sabe, um dia ainda substituí-lo quando Temer viajar ao exterior.

Sem uma solução externa não haverá essa remoção que seria emblemática na vida brasileira – seja pela população, embora improvável pela descrença que a toma, seja pelo Poder Judiciário, esperança derradeira de alguma providência.

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